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Saúde: Alguns resultados

Sob o comando de Marcus Pestana, a saúde de Minas ganhou repercussão nacional e tornou-se modelo para outros estados ao implantar programas inovadores como o Pró-Hosp, cujo objetivo era assegurar o atendimento hospitalar de qualidade aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), com investimento em 155 hospitais. Os recursos foram empregados na melhoria da infraestrutura, na implantação de novos serviços, na compra de equipamentos de alta tecnologia e no aprimoramento da gestão das unidades hospitalares. Os hospitais contemplados representavam 30% do parque hospitalar do Estado, possuíam mais de 50% dos leitos SUS existentes e executavam em média 60% da produção geral do SUS de Minas Gerais.

 
Também sob o comando de Pestana, em 2003 o Governo estadual criou o programa Viva Vida, voltado para o cuidado com a saúde da mulher e da criança. Se naquele ano o estado contava com 67 leitos de UTI pediátricos e 224 leitos de UTI neonatal, até 2014, o volume de leitos teve um crescimento de 224%, passando para 190 leitos de UTI pediátricos e 536 leitos de UTI neonatal, totalizando 726 leitos, sendo 543 (tipo I e II) já habilitados e funcionando e os demais em fase final de implantação. Além do aumento de leitos, outro importante marco do Viva Vida foi a redução da mortalidade infantil, que, de acordo com dados do DATASUS, teve redução de 33,4% entre 2002 e 2011, passando de 23,3% para 15,5% por mil nascidos vivos.
 
Outro avanço conquistado na saúde sob a gestão de Marcus Pestana foi a implantação da Rede de Urgência e Emergência em Minas, que trouxe  melhoria e  eficiência ao atendimento de urgência e emergência no Estado. A implantação teve início em 2008 e, ao final de 2014, cinco Redes de Urgência e Emergência estavam implantadas no estado. 
 
A implantação das Redes de Urgência e Emergência em Minas foi objeto de estudo de caso e publicação da Organização Panamericana de Saúde (OPAS) como exemplo a ser seguido por outros países da América do Sul. E mais, os atos normativos do Ministério da Saúde sobre redes de urgência e emergência foram publicados após as primeiras redes mineiras serem implantadas e foram muito influenciados pelo exemplo de Minas. Em 2014, ao final da gestão do então governador Antônio Anastasia, com as redes, 13 milhões de mineiros eram cobertos pelo SAMU e quase 500 municípios atendidos pela Rede de Urgência e Emergência, o que correspondia a mais de 65% da população. 
 
Quem nunca teve um parente ou amigo que precisou se deslocar para realizar consultas ou tratamento fora de seu domicílio? Em 2005, sob a gestão de Pestana, foi criado o Sistema Estadual de Transporte em Saúde (SETS). O objetivo era facilitar o deslocamento de pacientes para realização de consultas e exames fora do seu domicílio, com eficiência e de forma humanizada. Até o fim do Governo Anastasia, em 2014, 535 cidades foram beneficiadas com a entrega de 695 micro-ônibus a 53 Consórcios Intermunicipais de Saúde, que gerenciavam o Programa em 74 regiões de Saúde do Estado. Houve renovação da frota, com a aquisição de veículos novos e mais eficientes, vários, como van, ambulância e outros tipos.
 
Em 2008, mais uma vez sob a gestão de Marcus Pestana na SES, Minas criou a Rede Farmácia de Minas, contemplando 832 municípios com recursos para construção de 991 unidades, o que beneficiou cerca de 15,8 milhões de mineiros. Ao final do Governo eram 522 em funcionamento e o restante em processo de implantação.
 
Além do benefício direto à população mineira com efetiva assistência farmacêutica no estado, o programa criado durante a gestão de Marcus Pestana fomentou o desenvolvimento e ampliou as oportunidades de trabalho com a contratação de mais de 830 farmacêuticos. 

Fonte: Observatório MG (www.observatoriomg.com.br)