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Sintoma da paralisia que se instalou no Brasil, diz Pestana sobre menor número de fusões e aquisições desde 2009

19/01/2016

 

(Foto: Alexssandro Loyola/PSDB na Câmara)


O enfraquecimento da economia brasileira durante os anos de gestão petista foi comprovado mais uma vez com a notícia de que o total de fusões e aquisições de empresas no país atingiu, no ano passado, seu menor número desde 2009. O estudo das 742 operações desta natureza realizadas em 2015 identificou, ainda, que pela primeira vez em 15 anos o investimento nacional foi superado pelo estrangeiro.
 
Levantados pela consultoria PwC e divulgados em reportagem publicada em 18 de janeiro, pelo jornal O Estado de São Paulo, os dados foram sintetizados como “mais um sintoma da paralisia que se instalou no Brasil” pelo deputado federal Marcus Pestana (PSDB-MG).“Sucessivos equívocos do PT, desde o governo Lula e, principalmente, no mandato da presidente Dilma, levaram o país a uma depressão econômica caracterizada pela alta do desemprego, pelo baixo nível de investimentos e por um ambiente de falta de credibilidade”, ressaltou o parlamentar, que também é economista, ao analisar as causas do resultado negativo apontado pelo estudo.
 
A reportagem do Estadão destaca que 51% das transações feitas em 2015 tiveram a participação de investidores estrangeiros, número bem superior ao registrado em 2014, quando apenas 38% das negociações tiveram investimento vindo de fora do país. “No mundo globalizado, a tendência de fusão e incorporação é inevitável. O fato de empresas brasileiras não participarem desse jogo é uma clara demonstração da fragilidade da economia interna, que foi bombardeada pelo governo do PT”, observou Pestana.
 
O maior investimento estrangeiro não é, entretanto, sinal de que o Brasil cria condições favoráveis à entrada de empresas no país. Na visão do parlamentar mineiro, tal movimento é apenas um resultado natural do menor valor do real diante do dólar. “Com esta grande desvalorização, os ativos no Brasil ficaram muito baratos. O investimento estrangeiro acontece em função do câmbio. E poderia haver muito mais investimentos de fora, mas o governo não age para que isso aconteça”, frisou.
 
As notícias ruins vindas de 2015 podem ser ainda piores em 2016, ano em que deve haver novo recuo na participação de empresas brasileiras nas aquisições, além de um crescimento de 20% nos investimentos estrangeiros, segundo projeções da consultoria PwC. “As perspectivas para 2016 são muito ruins e já contaminam 2017. É mais um termômetro de que esse governo perdeu as condições de comandar o país”, encerrou Pestana.
 
Fonte: PSDB.org.br
 

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