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Para PSDB, reformas são inadiáveis e devem priorizar a justiça social e a sustentabilidade dos sistemas

14/03/2017

 

As reformas da Previdência e tributária e a atualização da legislação trabalhista são urgentes e não podem mais ser adiadas. Trata-se de tema sensível, mas que deve ser enfrentado com responsabilidade e espírito público. A aprovação dessas medidas é a garantia da retomada do crescimento econômico, da conquista de maior igualdade social e da sustentabilidade, a longo prazo, de sistemas estruturantes essenciais para a sobrevivência e saúde de nossa sociedade.
 
Contudo, é preciso submeter essa emergência a um debate plural e qualificado que sirva de subsídio para a elaboração de propostas que priorizem a justiça social. O motivo da aprovação das reformas não pode se limitar apenas à economia das contas públicas. De modo geral, esse grande projeto de mudança tem que, antes, se preocupar em diminuir a desigualdade social de nosso país. 
 
Esse é o principal compromisso do PSDB com o Brasil: apoiar a aprovação das reformas estruturantes de acordo com os princípios e valores da social-democracia, que deram origem e norteiam atualmente a legenda tucana.
 
"O PSDB é um partido que não pode perder de vista as pessoas. Nós temos que falar agora de uma coisa difícil que é a Reforma da Previdência Social. O nosso sistema previdenciário é desigual. Tem uns que ganham bastante e outros, quase nada. Então é preciso falar em nome da igualdade. A igualdade hoje é uma ideia muito forte na sociedade contemporânea", declara o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, presidente de honra do PSDB.
 
Para colaborar com a discussão e melhor esclarecer os pontos defendidos pelos tucanos em cada um desses temas, o Instituto Teotônio Vilela entrevistou três deputados do partido que estão diretamente ligados às reformas da Previdência, trabalhista e tributária. 
 
Manutenção de direitos e promoção da igualdade
Marcus Pestana, membro da Comissão Especial da Câmara que analisa a Reforma da Previdência, argumenta a favor da idade mínima para a aposentadoria. A dinâmica demográfica do país - em que, de um lado, nasce menos gente e, de outro, as pessoas vivem muito mais do que no passado - e o desiquilíbrio das contas do modelo atual justificam a importância da medida.
 
"A idade mínima é uma necessidade para o sistema previdenciário. Senão, no futuro, não haverá dinheiro para pagar benefícios previdenciários para nossos jovens, filhos e netos", alerta. 
 
Pestana também explica que a reforma proporcionará mais igualdade e não suprimirá direitos conquistados, como muitos têm propagado de forma bastante inconsequente.
 
 
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Fonte: itv.org.br

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