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Para Marcus Pestana, falta honestidade intelectual na discussão da agenda nacional

13/09/2016

 


No plenário da Câmara, nesta terça-feira (13.09) o deputado federal Marcus Pestana defendeu a retomada da agenda nacional de reformas e ajuste fiscal, após o impeachment de Dilma Rousseff e a cassação de Eduardo Cunha, e criticou a postura incoerente e hipócrita do PT, que age de formas distintas quando foi governo e, agora, na oposição. “O PT tem que baixar a bola, fazer autocrítica e procurar redimir seus erros ajudando o Brasil”.
 
Segundo Marcus Pestana, no Brasil dos últimos meses, a política é um empecilho, em vez de ser um campo de soluções é um entrave ao encaminhamento da agenda nacional. 
 
“É importante que o Congresso recupere a trilha da discussão do que interessa à sociedade. Nessa hora, é importante retomar o diálogo e é preciso ter honestidade intelectual”, disse Pestana.
 
Sobre o posicionamento do PT frente aos desafios do Brasil atual, o parlamentar foi incisivo: “Me assusta a postura do PT que passou pelo governo e parece que não fez o aprendizado”.
 
O deputado relembra que o PT não assinou em novembro de 2015 a representação contra o ex-deputado Eduardo Cunha na Procuradoria-Geral da União, feita por diversos partidos. “Não assinaram porque não era conveniente. O então ministro Jacques Wagner (PT) encaminhou um acordo com Cunha. E hoje vêm aqui cantar glórias como se tivessem sido o sujeito dessa ação necessária.”
 
Outro exemplo da hipocrisia petista ocorreu na discussão do ajuste fiscal. “Quebraram o país, temos déficit nominal de 10%, dívida crescente, e vêm aqui falar contra o ajuste fiscal.”
 
Há ainda a questão do Marco Regulatório do Pré-sal. Segundo Pestana: “o PT quebrou a Petrobras. Tirou a capacidade de a empresa cumprir as condições previstas na partilha, e agora se colocam contra a modernização proposta por José Serra e o PSDB.”
 
Marcus Pestana também relembra a incoerência em relação à Reforma da Previdência, à Reforma Tributária, à Reforma do mercado de trabalho e às Parcerias Público-Privado. “Deixaram 12 milhões de desempregados e não querem flexibilizar as normas, valorizando os sindicatos e a livre negociação para crescer a produtividade e aumentar o emprego”.
 
>> Veja pronunciamento na íntegra:
 

 

Imagens: TV Câmara

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