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Marcus Pestana chama a atenção para supersalários e operações de alto risco nos fundos de pensão

08/09/2015

 

Entre os seus questionamentos à Previc, Marcus Pestana destaca política de remuneração dos fundos de pensão (Foto: Alexssandro Loyola/PSDB na Câmara)


Em audiência na CPI dos Fundos de Pensão, nesta terça-feira (08/09), o deputado federal Marcus Pestana, sub-relator da comissão, questionou os supersalários – que agregam benefícios generosos – de dirigentes dos fundos de pensão, bem como as operações de alto risco que causaram prejuízos às instituições investigadas, principalmente Postalis, Funcef e Petros. 
 
As indagações foram direcionadas ao diretor-superintendente Carlos Alberto de Paula, da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), autarquia vinculada ao Ministério da Previdência Social e responsável por fiscalizar as atividades dos fundos de pensão. 
 
O deputado buscou conhecer as orientações e ações da Previc a respeito dos casos de distorções salariais e dos investimentos questionáveis, como as operações envolvendo bancos e empreendimentos falidos (BVA, Grupo Galileo, Usina Canabrava). 
 
“Com a questão da bonificação e a participação em conselhos onde os fundos têm controle, o que percebemos é que dirigentes chegariam a salários em torno de R$ 100 mil, dependendo da composição de bônus e conselho. Acho que é um exagero e que não trabalha no sentido do equilíbrio atuarial, não é um bom exemplo,” afirmou Marcus Pestana. 
 
>> Assista à arguição na íntegra: 
 

 

Imagens: TV Câmara (WebCâmara)

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