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Deputado fala sobre reforma política na Arquidiocese de Juiz Fora

17/03/2015

 

O encontro ocorreu no prédio da Cúria Metropolitana, em Juiz de Fora (Foto: Assessoria de Comunicação Arquidiocese JF)


O deputado federal Marcus Pestana proferiu palestra sobre reforma política na Arquidiocese de Juiz de Fora, na manhã da terça-feira, 17 de março. O encontro contou com a presença do arcebispo metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, do bispo da Diocese de São João Del-Rei, Dom Célio de Oliveira Goulart, e do bispo da Diocese de Leopoldina, Dom José Eudes Campos do Nascimento, além de diversos sacerdotes que auxiliam os bispos nos trabalhos das dioceses, como vigários gerais, ecônomos e coordenadores de pastoral.  O prefeito de Juiz de Fora, Bruno Siqueira, e o vice-prefeito, Sérgio Rodrigues também participaram.
 
A palestra é uma das iniciativas da Arquidiocese, a partir do envolvimento da Igreja Católica com o tema em debate. Em 2013, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com diversas entidades, como OAB e CUT, organizaram a Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas. Na palestra, o parlamentar abordou vários temas, como as vantagens e desvantagens de diferentes sistemas eleitorais, financimento de campanhas, reeleição e voto obrigatório. Além disso, contou como o Congresso tem trabalhado, nos últimos anos, para viabilizar a reforma política. 
 
Segundo Dom Gil, a palestra foi esclarecedora e mostrou as vantagens e os defeitos de alguns pontos da Reforma Política. “Foi uma manhã de muita importância para nós, para nossa conscientização política. Se nós, bispos e padres, não devemos nos candidatar a cargos políticos, ao mesmo tempo nós precisamos ter clareza de ideias para orientar os fiéis, inclusive aqueles leigos que devem candidatar-se, como a Santa Igreja sempre pede”.
 
Marcus Pestana, que é membro da Comissão Especial da Reforma Política, destacou a presença essencial da Igreja Católica, por meio da CNBB, nos grandes momentos de mudanças no país. “Pela capilaridade, pelo enraizamento que a Igreja tem na sociedade, ela vai cumprir um papel inestimável de difundir a reflexão, de coletivizar informações e propiciar o aumento da consciência das pessoas em torno deste importante assunto”.
 
 
Com informações da Assessoria de Comunicação Arquidiocese Juiz de Fora
 

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