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Bancada federal do PSDB promove debate sobre reforma política

25/02/2015

 

Marcus Pestana afirma que reforma política deve aproximar eleitores e eleitos (Foto: Alexssandro Loyola/PSDB)


Deputados do PSDB começaram a debater, na manhã desta quarta-feira (25/02), a posição da bancada em relação à reforma política, cuja comissão especial realizou ontem a primeira reunião de trabalho. Nela, o relator Marcelo Castro (PMDB-PI) apresentou o roteiro de atividades, e os membros do colegiado aprovaram requerimentos para a realização de audiências públicas. Além disso, elegeram o deputado Tadeu Alencar (PSB-PE) como o terceiro vice-presidente.
 
Aproximar eleitores dos eleitos
Segundo vice-presidente da comissão, o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG) deu um panorama sobre os temas que dominarão as discussões e fazem parte da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 352/13 – uma das matérias em análise e da qual ele foi um dos colaboradores. Entre eles, o financiamento misto de campanha, a coincidência de mandatos e o fim das coligações proporcionais, da reeleição e do voto obrigatório.
 
O tucano esclareceu que a reforma será estritamente partidária, eleitoral e política, sem promover mudanças, por exemplo, no Poder Judiciário. E reforçou que, para o PSDB, o importante é definir um sistema eleitoral capaz de aproximar a sociedade de seu representante.
 
“Pesquisas apontam que 70% dos brasileiros, após um ou dois anos de eleição, não sabem sequer dizer o nome do deputado em quem votaram. Quem não diz o nome é porque não acompanha. Não há nenhum controle social sobre os mandatos”, alertou.
 
Ao longo de aproximadamente três horas, integrantes da bancada do PSDB expuseram suas críticas e opiniões às propostas de reforma política sugeridas por congressistas e entidades da sociedade civil. Os deputados tucanos devem voltar a discutir o tema em outra reunião, cuja data e local ainda serão definidos.
 
Audiências
A Comissão Especial da Reforma Política reúne-se na próxima terça-feira (3/3), a partir das 14 horas, para iniciar as audiências públicas com especialistas e integrantes de entidades da sociedade civil. O colegiado terá prazo de até 40 sessões ordinárias para apresentar e votar um relatório. Em seguida, a matéria precisará ser apreciada nos plenários da Câmara e do Senado, em dois turnos cada.
 
 
Fonte: Diário Tucano/PSDBnaCâmara

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